Tuesday, July 20, 2010

É...

a realidade dos factos.

É assim e pronto.

Saturday, July 17, 2010

Tuesday, July 13, 2010

Nature.


A beleza reside nas coisas mais simples... Respira fundo e sente a vida à tua volta.

Sunday, July 11, 2010

Sinful thoughts.

I can't. I just can't.

Thursday, July 08, 2010

Where...

do I go from here?

Tuesday, July 06, 2010

Dark family secrets...

locked away inside a closet for so long...

Thursday, July 01, 2010

Coisas que uma professora pensa quando está a aplicar um teste difícil...

O que é melhor na vida?

Opção A:

- Trabalhar arduamente e alcançar os objectivos propostos.

Opção B:

- Esperar que a vida passe ao lado pois não vale a pena trabalhar. Haverá sempre um idiota que te alimente.

Eu estou claramente na opção A. Os meus alunos que, neste momento, estão a fazer um teste sobre Memorial do Convento e para o qual não estudaram rigorosamente nada, estão obviamente na opção B.

Adivinhem quem tem vida boa?

Pois...

Tuesday, June 29, 2010

Há tortilla para o jantar...

Agradeçam ao Queirós.

Ele é um porreiro, pá...

Para os nuestros hermanos, pois claro.

Monday, June 28, 2010

Era...

tão feliz até esta manhã, até ao momento em que voltei a ler a sms.

Só apetece dizer...

"F*****!"

Sunday, June 27, 2010

E...

não é que a última mensagem coincidiu com o momento em que os Xutos cantavam...

O que foi não volta a ser...
Não volta mesmo. Se houver uma próxima vez, aviso que, para uma conversa, o telemóvel está fora de questão. Espero que compreendas o que isso significa.

Saturday, June 26, 2010

P.S. - Warning

I fear I'm becoming a little bit detached...

Falar de algo que nos magoa profundamente e não ficar minimamente perturbada parece ser um bom sinal disso.

Reflexões de barriga vazia.

22 horas.

Estava a regressar a casa para jantar.

E lá estava ele, ao pé do Multibanco, o Z. L.. A minha primeira grande paixão que me torturou desde o 5.º até ao 11.º ano. Continua um rapaz bem constituido, como sempre foi. Mas hoje em dia vejo-o como um ser demasiado superficial. E talvez um pouco idiota. Quando recebeu o papel do Multibanco, soltou um "Yuppie" exagerado que se ouviu do outro lado da praça.

Ao abrir a porta de casa pensei, "Foi por isto que perdi tanto do meu tempo?"

Alguém me disse um dia, num tom de raiva contida "És a rainha das relações falhadas!"

Eu respondo, como posso ser rainha desse tipo em particular de relações se nunca tive numa?

É um facto, numa tive numa relação... séria por assim dizer.

É que não chegam sequer a começar. Este Z. L., deus físico e intelectual da minha turma e talvez da escola, nem sequer conseguia reconhecer-me como colega de turma, quanto mais como objecto de desejo. Mas foi assim que passei todos aqueles anos pois, para mim, bastava admirá-lo à distância.

E o outro? Bem, o outro...

Infelizmente, o meu maior defeito deve ser apaixonar-me pelas pessoas erradas, o que revela um certo gosto pelo sofrimento. Sim, deve ser isso.

Friday, June 18, 2010

1922 - 2010

José Saramago
"Era uma vez um rei que fez uma promessa de levantar um
convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez
um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que
queria voar e morreu doido.
Era uma vez."
Memorial do Convento

Já...

passaram 4 meses...

Ainda dou por mim a chorar sem dar por isso...

Fiz questão em entrar naquele sítio, todos os dias, e ver onde tudo aconteceu. A cabana está agora cheia de fardos. Talvez agora consiga distanciar-me daquela imagem.

Talvez...

Ando cansada, demasiado cansada, como todos vocês por este mundo. Esta altura do ano é sempre complicada mas tenho razões acrescidas este ano. As minhas responsabilidades profissionais aumentaram, tenho um mestrado para terminar e a morte do meu avô acabou por complicar um quotidiano que já não era fácil.

Já era o braço direito da minha mãe. Agora também sou o braço direito do meu pai. Não há mais ninguém que o possa ajudar nas tarefas mais pesadas.

Mas já estou a recomeçar a minha vida. Isso são boas notícias. Estou a terminar este ano lectivo maravilhoso. Já tratei da minha avaliação. Agora preciso de umas boas horas de sono e dedicar-me finalmente à tese.

Agora só peço uns momentos de tranquilidade...

Por favor.

Tuesday, June 15, 2010

Weekend...

Fora do circuito normal...

E que bem que soube...

Algarve...

Duas gajas...

Muita cerveja...

Muita coisa falar e desabafar...

Enfim, foi fantástico.

Estava mesmo a precisar de mudar de ambiente...

4 meses...

Friday, June 11, 2010

I'm off!

See you next week!

Thursday, June 10, 2010

So...

yeah, I'm still considering it.

Sunday, June 06, 2010

A...

...redescobrir lentamente as coisas simples da vida.

Estava mesmo a precisar de uma noite como a de ontem.

Obrigada.

Friday, June 04, 2010

Porque...

... é que eu não posso ser como todas as outras?

Pergunta da treta a um sexta-feira, após um dia inteiro de aulas, após um feriado, após as conversas transcendentes do M., após saber quando vou ser avaliada, após perceber que não iria conseguir entregar o relatório hoje, após brincar com os Bs, após aturar o 3.º, após...

Após tudo isto...

É só esta m**** de pergunta que me vem à cabeça!

Sunday, May 30, 2010

Das amizades...

Há quanto tempo que eu andava para responder a este post tão profundo de um blog que eu gosto imenso de seguir...

http://sitio-acolhedor.blogspot.com/2010/05/das-amizades.html

Sabes A.? Não tenho tido tempo para nada mas a verdade é que quando visito o teu blog, consigo sempre animar-me com as tuas palavras... Mesmo que estejas a desabafar acerca de um dia mau... Sinto, naquele momento, que não estou só.

Ora bem... O fundamento deste post...

O que é a amizade afinal?

Há 10 anos atrás, não sabia muito bem o que era e estou desconfiada que hoje em dia ainda não sei...

Desde sempre que me lembro de desejar ter imensos amigos. Depois fui compreendendo que nem sempre podemos considerar amigos todos aqueles que nos rodeiam...

Quando entrei para o 5.º ano acreditava que tinha muito amigos. Até que um dia fui vítima de bullying por grande parte da minha turma... E deixe-me ser essa vítima durante 5 anos. E quando queria lutar e impor-me, acabei por ver que só poderia ser a Mila, em casa, refugiada entre 4 paredes. Hoje acredito que podia ter sido pior. Podia ter sido violada, podia ter sido espancada mais vezes... Podia...

Desses tempo restaram três colegas, quase amigas, que se afastavam estrategicamente de mim quando estava na hora de ser espancada e humilhada. Amigas, pois...

E, apesar de lutar contra isto, fechei-me ao mundo. Passei a desconfiar de tudo e todos. Aprendi, da pior forma, que não podia confiar os meus segredos a ninguém.

E passei muitos anos a acreditar que a culpa era minha, que não era suficiente boa, bonita ou interessante para estar com aquelas pessoas... E, no fundo, para estar com ninguém.

No 9.º ano houve uma mudança. Dentro da mesma escola, conheci pessoas maravilhosas que, ainda hoje, são muito importantes na minha vida. Comecei a libertar-me nessa altura.

Depois entrei na Universidade. Vi-me no meio de um grupo de pessoas diferentes mas que me aceitaram tal como eu era, mesmo sem me conhecerem. Soube aí que tinha amigos. E acreditei que aquelas pessoas seriam minha amigas para sempre.

E ajudei, partilhei, chorei, amei, acarinhei, aconselhei, protegi aqueles amigos, o melhor que pude. Independentemente do que tive em troca.

Foram tempos maravilhosos. Senti-me bem. Senti-me acarinhada por mais alguém, sem ser a minha família.

E, entretanto, chegou o momento de dizer adeus de uma convivência diária. Tive receio mas acreditei que pouco ia mudar.

Mas mudou.

Não existe tanto contacto com algumas pessoas mas, a verdade é que quando nos encontramos, a amizade continua lá. Mas, para este grupo de pessoas, nunca me passou pela cabeça que fosse diferente.

Outras pessoas mantiveram-se comigo, com a mesma força e amizade que demonstraram ao longo do curso. E eu tento estar lá para estas pessoas... (Obrigada L.E., és o maior.)

No entanto, surgiram surpresas desagradáveis ao longo do caminho. Considerei durante muito tempo o G. e o L., como fazendo parte do grupo restrito (muito restrito) dos meus melhores amigos.

Houve quem entrasse em pânico por lhe parecer uma despedida quase definitiva. E lembro-me de dizer a essa pessoa (o L.) que se acalmasse, que tudo iria correr bem e que nós continuariamos tão amigos como dantes. Dois anos depois, arranja uma discussão imensa no dia em que ia celebrar com os meus amigos o meu aniversário e desaparece da minha vida. Isto foi há quase um ano. Custou-me muito no início, confesso, até que porque confiava nele. Mas finalmente compreendi que eu já não era adequada para o seu novo estilo de vida.

O G., bem... A história foi mais complicada. Basta dizer que sacrifiquei muito por uma amizade em que acreditei mas que, na verdade, nunca existiu. Ao que parece, também já não sou adequada para sua vida.

Não é possível manter todas as pessoas na nossa vida. Muitas vezes temos de as deixar partir de forma seguirem com as suas vidas. Mas desejo sempre que se despeçam, não que desapareçam sem deixar rasto.

Tenho saudades de todas estas pessoas. Sei que tenho descurado as pessoas que ainda me são próximas. Sei que tenho de voltar à luz do dia. Mas este último ano da minha vida tem sido demasiado complicado. Voltei a sentir-me totalmente só, no meio da multidão e isso é o que é mais desconcertante para mim.

Vou ter sempre problemas de confiança e de auto-estima. Vou sempre menosprezar-me e considerar-me inferior. Vou sempre olhar criticamente para tudo aquilo que faço. Sou assim. Mas vou confiando nos meus poucos amigos para me ajudarem.

Porque, uma coisa é certa, também lá vou estar para fazer tudo por tudo para que sejam felizes. Isso, para mim, é a grande lição que aprendi acerca da amizade: Custe o que custar, deves ajudar o teu amigo a alcançar a sua felicidade.

P.S. - Talvez, daqui a 10 anos, não esteja tão amargurada com vida e consiga ter uma perspectiva mais positiva.